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terça-feira, 26 de março de 2013

À VENDA NO "TROCADERO"

20 Novembro 1927 - Paisagem assinada por Max Römer com paisagem "desconhecida".

MARROCOS - VALLY E O PAI




































Interessante aguarela com a assinatura da filha de Max Römer - Vally e com paisagem de Marrocos.
A leilão no www.trocadero.pt

segunda-feira, 25 de março de 2013

LIDO

Um cartaz da III Regata Madeira Lido de 1985, em que foi aproveitado um trabalho de Max Römer para servir de tema principal.

quarta-feira, 20 de março de 2013

A LEILÃO



Alguns trabalhos que estão neste momento à venda

NOVOS TRABALHOS


Últimamente têm surgido em casa leiloeiras muitos trabalhos do artista. Os portugueses estão a vender ao desbarato a troca de quase nada, joias e obras de arte.

sábado, 16 de março de 2013

Noticia do DN Madeira de 14 de Março



Divulgar as diferentes vertentes e abordagens da obra de Max Römer é a proposta da exposição que será inaugurada amanhã, às 18h30, pelo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, no Centro das Artes – Casa das Mudas, na Calheta.
Integrada no novo ciclo expositivo “Paisagem da Madeira”, a mostra “Max Römer” é comissariada por António Rodrigues, que explicou ao JORNAL da MADEIRA que os mais de 400 trabalhos que estarão expostos pretendem revelar as três áreas a que este artista se dedicou: desenhos e as paisagens; obra gráfica, publicidade e arte decorativa e ainda a obra religiosa.
Entre as centenas de trabalhos, esta mostra irá apresentar esboços e estudos relativos às paisagens, «uma outra parte da obra de Römer que é, de certa maneira, desconhecida do público, e que estava em acervo nos museus e em casas de coleccionadores», conforme adiantou António Rodrigues. «Os esboços serão dados a conhecer agora, alguns deles relativos a trabalhos finais como postais, aguarelas, guaches e óleos, de pequena, média e grande dimensão», especificou.
Além destes, a grande aposta desta iniciativa está na obra gráfica, na publicidade e ainda na arte decorativa de Max Römer, «um percursor, aqui na Madeira, na área da obra gráfica», revelou o comissário.
Exemplo disso são diversos livros editados nos anos '30 e '40, do Padre Eduardo Pereira, do Tenente Coronel Artur Sarmento, de Peter Clode e ainda de outros autores como Carlos Santos, e que tiveram as capas e as ilustrações de Max Römer.
Do currículo deste artista de origem alemã que viveu durante quatro décadas na Madeira também fazem parte as capas de revistas como a “Ilustração Madeirense” e as “Artes e as Letras da Madeira”.
Um artista que também trabalhou na arte decorativa, «nomeadamente no Palácio de São Lourenço», do qual esta exposição irá revelar «uma parte da sala verde, ainda que tenha participado também numa sala vermelha e ainda alguns estudos para o Hotel Belmonte», apontou o responsável.
A obra religiosa também será dada a conhecer nesta mostra, com António Rodrigues a lembrar que Max Römer pintou «quadros de grande dimensão para a Fajã da Ovelha e tem dois ou três na Igreja de Nossa Senhora da Piedade, no Porto Santo», afirmou.

BASTA VISITAR!

Agora que a exposição de Max Römer foi inaugurada, basta dar um saltinho e aproveitar para ver os trabalhos deste artista.

FINALMENTE A INAUGURAÇÃO


O Presidente do Governo Regional está, neste momento, a visitar as duas exposições que foram hoje inauguradas no âmbito do ciclo expositivo "Paisagem da Madeira".

Este ciclo inclui uma exposição intitulada Max Romer comissariada por António Rodrigues e que destaca a obra religiosa e gráfica deste artista de origem alemã que viveu 40 anos na Madeira.
"A2V" é a outra mostra inaugurada esta tarde comissariada por Duarte Santo que "mais do que olhar a paisagem da Madeira pretende experenciá-la".
Alberto João Jardim irá discursas após a visita às duas exposições.
Fonte: Jornal da Madeira de 15 de Março 2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

VENEDIG - Veneza

Uma aguarela com a imagem do Grande Canale em Veneza. A assinatura de Max Römer é verdadeira e o ano de 1955 no canto inferior direito, poderá ter sido de alguma encomenda.

SAN MARINO

Um trabalho atribuido a Max Römer e à venda em Lisboa. A incógnita de a temática ser a República de S. Marino, não se consegue explicar.